Chez Lili

by Liliana Brandão

Achas que o paraquedas vai abrir?





- Sabes com quem tenho conversado muito? 
- Com quem?
- Com a minha sogra! Quer dizer, com a mãe do Filipe. Já não é bem minha sogra. Ela está a ajudar-me imenso. Farta-se de repetir e de me lembrar que o filho é um burro!


Por muito colo e mimo que a mãe do Filipe lhe dê, ela já se fartou de limpar o pó aos troféus de caça do filho. Para mim, perder esta sogra seria bem mais difícil que perder o Filipe.

Hoje apeteceu-me passar por aqui para vos deixar este pensamento, este bocadinho de uma longa conversa sobre uma história de amor que acabou sem aviso de rescisão. 


"Eu bati bem lá no fundo. Passo a noite a fingir que durmo. Farto-me de acordar e nunca mais é hora de levantar. Quando finalmente o despertador toca apetece-me voltar a fingir que consigo dormir. Mas lá me levanto, lá me maquilho, lá tento substituir o pijama por outro trapo qualquer... Uma espécie de farda.

 Lá vou eu para o mundo fardada com a minha melhor cara para que ninguém perceba que eu bati bem lá no fundo, num fundo sem almofadas para amortecer a queda. Ou, se calhar, ainda não bati. Fui empurrada, dei um salto em queda livre e no desespero só quero aprender rapidamente a sobreviver caso o paraquedas não abra. 

Achas que o paraquedas vai abrir?

Sinto que fui sequestrada e, no meio do meu bem-estar fingido, olho à minha volta e procuro por alguém que entenda o meu olhar de emergência. Alguém que me resgate sem que eu precise de lhe contar tudo, sem que haja um preço muito alto pagar por esse resgate. O preço da minha fragilidade. 

Eu não quero que me vejam de pijama. Não é um pijama bonito, acetinado, sexy com um bordado em renda. Daqueles que desfilamos pela casa ao domingo de manhã. Daqueles que eu usava para ele me tirar uma fotografia para o blog ou para o Instagram com o hashtag #preguiçadedomingo. 

São bonitos esses pijamas... Mas não me imagines assim, não fantasies o meu sofrimento assim. 

O meu sofrimento não tem glamour. O meu pijama é feio, o meu quarto é frio, não desfilo pela casa de café e de livro na mão. Aliás... já te disse que dispenso a cafeína pois dispenso acordar.... perco-me nos dias da semana, nas datas, nos meses, nos anos. 

Dizem que o tempo ajuda. 
Foi a mãe do Filipe que me disse que o tempo ajuda. 

Vou ter saudades da tua mãe..."









Friday Night and ... A Table for One, Please...




Antes do Chez Lili nascer eu tive outros blogs que eram, sobretudo, escritos em inglês. Quanto mais eu escrevia, mais dominava o comando da língua inglesa e maior a sensação de conseguir comunicar com um público maior, de conseguir comunicar sem fronteiras. Este post foi escrito há algum tempo, há bastante tempo até, mas decidi recuperá-lo. Foi escrito em inglês e será partilhado mesmo assim.  Nesta casa, desde que haja vontade de escrever e de partilhar, todas as línguas serão bem vindas, embora o português será sempre uma espécie de filho predilecto.

Aqui vai...

- I've just finished work and I felt like eating pizza today... so I came to Rossopomodoro.
- Ok. Good.


The phone connection was perfect, but the only thing I could hear for a long moment was silence....


- But... Are you having dinner alone at Rossopomodoro?
- Yes, I am! Why?
- You're so courageous! How can you do that?
- Simple. I came in and there was a table for one still available on a Friday night. It wasn't the best table but since they cook my favorite pizza, I took it anyway and.... Here I am!"
- I wish I could do that!"
- Do what?
- Having dinner on my own in a restaurant and on a Friday Night!?
- Well... I wish I could speak Cantonese or climb the Himalayas! That would an achievement! 

For many people, booking a table for one in a restaurant is an act of courage! If you book it on a friday night it becomes an act of heroism! 

I always had dinners and lunches on my own, I never felt uncomfortable or weird, but now... I'm just too aware of it! 
Somehow, I'm finding myself googling and writing about this topic and discovering that, there's actually a lot of people out there that would never dare to have dinner alone in a restaurant!

I think, from now on, this suddenly awareness will make me stare at the waiters looking for a double meaning in their simple questions:

- Shall I bring the menu or are you still waiting for someone!
- You should bring the menu, please!

or

- Madam, you should be aware that the choice you made will be quite a big portion for just one person. Shall I give you more time to choose something else!?
- No! Just bring it all, please! The whole fuck*ng portion!

or

- Madam, there's only one table left at the end of the room, near the toilet. But you can always eat at the bar!
- I am sure the bartender would be a great company, but I want to have dinner on my own.

or

- Madam, shall I remove the extra plate and cutlery from your table! 
- Honey, remove everything but leave my plate, please! One more thing! I know you're losing money but do not dare to rush my dinner!


When I'm in a restaurant on my own, people talking in the background are a company to me. I could stay at home but it wouldn't be the same. I really enjoy it and now, that I am aware of it, maybe I am more courageous than I think. I wonder how many people would look at me and dream of finishing their meals on their own, instead of keep enduring the conversation and the company of their lovely partners. 


Love, Lili




People think because you spend time on your own, you’re troubled. There’s a thing in restaurants, where you’re sitting there, eating, reading a book, and people think that they’re going to be of greater value than any book can be. They think you’re in trouble because you’re reading: ‘He hasn’t got a friend, poor old sod.’ - Bill Nighy

Recuerdos. Bateu uma saudade do Nick e da Andy, or simply, the Staib's family!


Encontrei estas fotos e como os brasileiros dizem:

"bateu uma saudade, gente!".

Estas fotos foram tiradas na casa do Nick e da Andy, o casal mais espectacular do mundo, um daqueles casais que salva a minha fé nas relações e nos casamentos, sobretudo pela sintonia, pela calma, comunicação e diálogo, pela paz, pela forma como educam os dois filhos e pela saúde familiar que se respira naquela casa no geral.

 Lá terão as suas desavenças como qualquer outro casal, mas são sobretudo duas pessoas que se amam e se entendem no meio das suas diferenças. Lembro-me de ver a Andy sempre rodeada de muitos livros e lembro-me do Nick adorar motas, aviões e astronomia. Lembro dele ter sempre uma resposta muito lógica - fundamentada cientificamente - pronta para todas as nossas divagações existenciais. Ambos não perdiam uma boa história, uma boa série de horror, de crime e de investigação e um bom jogo de ténis, faziam também longas caminhas ao longo de Wimbledon Common e andavam muito de bicicleta. Enquanto que o Nick não perdia uma oportunidade para viajar sozinho de mota pela Europa, sendo Las Palmas o seu destino de preferência, a Andy vivia Londres mais intensamente e dedicava-se a coleccionar bilhetes de peças de teatro e de cinema e... muitos livros. 

O Nick e a Andy eram um pedaço de família que facilitou a adaptação a Londres e tornou a cidade mesmo impessoal. A Andy tirou um curso de culinária há uma data de anos. No momento que eu recebia um convite para jantar começava imediatamente a salivar e a antecipar o dia, a combinação de cheiros e de sabores que saía daquela cozinha.

 Lembro-me de me sentir quentinha naquela casa de família com divisões não arrendadas e não partilhadas. Lembro-me de admirar os retratos nas paredes, a lareira e os gatos mais originais de sempre: a Mini Boo - que preferia esperar por um vizinho para apanhar o elevador do que subir as escadas até ao último andar - pertencia à raça de gatos mais pequena do mundo, e a Buska, que pertencia à raça oposta e que falhava sempre naquela missão que os gatos adoram - esconder-se

Enquanto que a Andy me ensinava truques de culinária e conversávamos sobre teatro, o Nick ajudou-me a enfrentar o meu maior medo: conduzir. Sobretudo, conduzir à direita. A calma e a paciência do Nick foram desafiadas algumas vezes, sobretudo  quando tive uma ataque de pânico à entrada de uma via rápida.

- Lili, you can't stop the car in here! It's dangerous!
- I can't do this anymore!
- Yes, you can!
- I am leaving the car!
-You gonna calm down, start the car and you are going to take us out of here! Listen.... You are a lucky girl! You have a bus behind you, kindly stopping the traffic for you, so move on, Lilly! 

O Nick tem certamente uma colecção de histórias minhas ao volante. Não só ao volante! Lembro-me de ter de preparar um monólogo de Shakespeare para uma audição e o Nick, com a sua graça, me ter ajudado seguindo um método que baptizámos como "The Nick Technique"!  O Nick não costumava acompanhar a Andy nas suas idas ao teatro e apenas terá aceite um convite para ver uma peça de Shakespeare à hora do almoço enquanto comia uma sandes, uma iniciativa à qual eu assisti e que se chamava: Shakespeare under 45 minutes, precisamente para que as pessoas pudessem sair do escritório e aproveitar a hora de almoço para assistir a uma peça de teatro. Mesmo assim, aqueles 45 minutos de Shakespeare foram suficientes para inspirar uma técnica, The Nick Technique, que funcionou e me ajudou a passar na audição.

Espero que o Nick e a Andy, pela sua fluência em Espanhol, possam entender un poquito deste texto e sentir as saudades que tenho deles!

Um abraço!






Disfarces de Amor e de Carnaval!



Tenho uma amiga que termina todos os seus desabafos sobre o amor e o desamor com a expressão: 

"Sabes Lili, o amor é o que a gente inventa!". 

Queria agradecer-lhe pela inspiração que me deu para contar a história que se segue. 

A história dos amores inventados.

Então aqui vai....


Ontem foi dia de Carnaval e hoje é o dia dos namorados. Convidaste-me para jantar e eu não sei bem o que vestir. Arrisco-me a levar o mesmo disfarce de ontem. Afinal, o que é o amor senão um baile de máscaras? Não sei se já reparaste, mas dispenso a folia carnavalesca. 
Está decidido! Vou cancelar o jantar. Se um Carnaval por ano é muito, dois então, é demais! 

Vou dizer-te que a minha tosse piorou ou que estou com dores de barriga. Vou inventar uma desculpa qualquer. E tu vais acreditar de certeza porque eu nasci para isto, para inventar! Tu nem reparaste, mas fui em que te inventei e, sem querer, ensinei-te a inventar-me também. 

Eu inventei as entrelinhas do que lia nas mensagens românticas que me enviavas, inventei o futuro das tuas palavras, inventei a memória daquela festa e dos lugares que juramos conhecer juntos. Inventámos tudo o que sentíamos e o “para sempre” desse sentimento. Fomos tão espectaculares  que até os nossos amigos e outros estranhos inventaram o nosso amor. 

Desculpa. Foi tudo uma mentira, não contou para nada, senão para o currículo das nossas invenções. Hoje vou cancelar o jantar porque não quero continuar a inventar um humor que não sinto, uma intelectualidade que não tenho ou que, simplesmente, não me apetece ter, não quero inventar que me apetece ouvir a mesma música que tu. 

Gostava de sair do trabalho e que me viesses buscar a casa sem que eu precise de me preocupar com a máscara que vou levar. Ontem, no Carnaval, ninguém me reconheceu. O meu disfarce era o melhor. Hoje, eu queria que me reconhecesses e eu queria reconhecer-te também. Não me dói a barriga, nem tenho tosse, mas sinto um cansaço enorme. Só gostava de poder adormecer enquanto conduzes. Mas esse simples gostar é também ele, mais uma invenção. 

Vou mandar-te uma mensagem e inventar aquelas desculpas, então. Se mesmo assim apareceres aqui em casa com uma canja que tu próprio cozinhaste com base numa receita que a tua mãe te ensinou, ou se apareceres com com um xarope para a tosse qualquer que compraste no Jumbo, aí talvez, remarquemos o nosso jantar para o dia 14 de Fevereiro de 2019.  Sabes, em 2019, o Carnaval é em Março, por isso corremos menos riscos de confundir as datas e os disfarces. 

Vestido: Amour Glamour
Fotografia: Pedro Mendonça


Amour Glamour: Se me casasse hoje....



Tinha escrito na minha agenda:

Sexta-feira

Avenida da Liberdade, 36 C, Lisboa


10.30

Fotógrafo: Pedro Mendonça



Fui noiva das dez da manhã às três da tarde. Já tinham preparado uma selecção de vestidos para eu fotografar, mas eu não resisti e tive mesmo de fazer o pedido da praxe:


- Dona Maria do Carmo, será que eu posso fotografar com o vestido que eu escolheria para me casar hoje, já, assim de repente, nesta sexta-feira?

- E qual é o vestido que escolherias?

- Este! Não sei porquê, mas seria este. 

- Fizeste uma escolha campestre, bucólica. Vamos fotografar com este então!

Bucólico e campestre...
Pronto, aqui está o gatilho para começar a imaginar o meu casamento, algo que nunca fiz. Se não tivesse limites no orçamento inspirava-me nas fotos do casamento da Kate Moss com o Jamie Hince saídas na edição de Setembro de 2011 da Vogue Americana. Nem precisava de ser muito original. A Kate já pensou em tudo por mim. Convidava as mesmas pessoas e tudo. O Testino, o Law (Jude Law)... 

Eu sempre pensei no casamento como uma oportunidade para celebrar uma relação, uma história especial com alguém que amamos. 

Para mim, casar significa dar um laço e cuidar, calma e atentamente, para que o laço não se transforme num nó. 

Amor, companheirismo, admiração, protecção, confiança, liberdade, química (como uma amiga minha me disse recentemente: "No fim do trabalho, eu corria para chegar a casa, só para lhe dar um abraço!"). 

Tudo isto seria a combinação ideal para vestir o meu vestido bucólico, um dia.


Comecemos com a minha escolha então para mais tarde partilhar convosco as outras escolhas da Amour Glamour.













Presságio 

 O AMOR, quando se revela,
 Não se sabe revelar.
 Sabe bem olhar p'ra ela,
 Mas não lhe sabe falar.

 Quem quer dizer o que sente
 Não sabe o que há de dizer.
 Fala: parece que mente...
 Cala: parece esquecer...

 Ah, mas se ela adivinhasse,
 Se pudesse ouvir o olhar,
 E se um olhar lhe bastasse
 P'ra saber que a estão a amar!

 Mas quem sente muito, cala;
 Quem quer dizer quanto sente
 Fica sem alma nem fala,
 Fica só, inteiramente!

 Mas se isto puder contar-lhe
 O que não lhe ouso contar,
 Já não terei que falar-lhe
 Porque lhe estou a falar...

 Fernando Pessoa




Quando Eu não te Tinha 


Quando eu não te tinha
Amava a Natureza como um monge calmo a Cristo.
Agora amo a Natureza
Como um monge calmo à Virgem Maria,
Religiosamente, a meu modo, como dantes,
Mas de outra maneira mais comovida e próxima ...
Vejo melhor os rios quando vou contigo
Pelos campos até à beira dos rios;
Sentado a teu lado reparando nas nuvens
Reparo nelas melhor —
Tu não me tiraste a Natureza ...
Tu mudaste a Natureza ...
Trouxeste-me a Natureza para o pé de mim,
Por tu existires vejo-a melhor, mas a mesma,
Por tu me amares, amo-a do mesmo modo, mas mais,
Por tu me escolheres para te ter e te amar,
Os meus olhos fitaram-na mais demoradamente
Sobre todas as cousas.
Não me arrependo do que fui outrora
Porque ainda o sou. 
Só me arrependo de outrora te não ter amado.

Alberto Caeiro


Pensamentos sobre 2017, com o Tinder e Urano à mistura! Welcome 2018!:)



Há pouco tempo um amigo comentava comigo que estava farto do Tinder, estava farto de meter conversa com pessoas novas sentindo nesses encontros uma monotonia quase igual à monotonia de estar sempre com a mesma pessoa. Nos primeiros encontros, as perguntas e respostas repetiam-se e a sensação de estar constantemente numa entrevista de emprego tornou-se insuportável. 

"Comprámos os bilhetes de cinema. Estávamos na fila e disse-lhe que me ia embora, que já não me apetecia ver filme nenhum. Discutimos como se fossemos um casal. Ela pediu-me para levá-la a casa e aceitei, mas na condição de não falarmos mais a viagem toda! Fartei-me do questionário e da conversa de sempre, das perguntas sobre o que faço, sobre o que estudei, os meus hobbies e ambições, se sou fluente cantonês, as viagens que fiz, se quero filhos, quanto ganho, fartei-me desta pressa toda para se conhecer alguém, para conhecer a pessoa que nos vai tirar do Tinder!" 

Quando ele acabou de falar, soltámos uma gargalhada meia triste. 

Vivemos como se todos os dias tivéssemos um exame final de curso e assaltássemos de véspera a mala do professor para assim poder ter sempre as respostas prontas para tudo.  

2017 descobriu que lhe assaltei a mala e trocou-me os exames. 

Não foi um ano para fazer batotices. 

2017 foi um ano intenso.  Mudei de casa e de trabalho duas vezes, mudei de país, reencontrei pessoas, perdi outras, pensei muito, emocionei-me mais, chorei e ri demais, quase ao mesmo tempo. Eu sou muito calma e tranquila, organizada e metódica. 2017 chegou para me provocar, para me desarrumar, para me ensinar a improvisar.  Aceitei a confusão e dissipei-me nela, confiando que ia correr tudo bem mesmo sem plano nenhum, sem respostas prontas para nada.

 Encontrei uma ordem no caos e protegi-me da ansiedade gerada pelo caos dos outros em mim e pelas opiniões dos outros de mim.

Cada vez mais as minhas missões, sempre que entro num novo ano, são menos físicas e materiais (apesar de pouco ter conquistado a este nível) e mais internas e intelectuais. Tenho a missão de aprender a confiar mais, de abandonar velhos hábitos de pensamento e de dependência, de me rodear de pessoas que me inspirem, que sejam positivas, agradecidas e trabalhadoras, pessoas que se superem todos os dias, mas que encontrem beleza na trivialidade das coisas também. 

Por mim congelava o tempo aqui. Estou bem e feliz, mas como me dizia uma amiga que gosta de ler o futuro nos astros: 

- A tua vida vai dar um trambolhão este ano no momento em que Urano entrar em Touro! Vais desaprender tudo o que sabias sobre ti mesma! Só para que saibas, Urano não entra em Touro desde a Segunda Guerra Mundial! Por isso, diz adeus a tudo aquilo que conhecias como estável!"

A mudança e eu já andámos de mãos dadas há algum tempo, por isso, que venha Urano, que venha 2018,  que cheguem todas as revoluções desta vida! Provoquem-me que eu estou aqui muito calma para vos receber! Convido-os para um bom jantar e um bom vinho porque eu não gosto de ir para a guerra de barriga vazia.

Um bom ano para todos. 










About last, last night!

O sorriso na cara não está ali só para a fotografia. O sorriso na cara está ali porque não cabia em mais lado nenhum, era grande demais para estar escondido, disfarçado, contido.

Diz-se que o verdadeiro sorriso está nos olhos. 
Na sexta à noite envelheci mil anos de tanto sorrir. Que a vida, que a sorte, que o trabalho me tragam mais momentos assim capazes de pronunciar todas as minhas rugas. 

O Jogo Duplo é a nossa novela, é a vossa novela que vai estrear no dia 4 de Dezembro. Pouco posso contar-vos sobre esta prenda de Natal antecipada. Conto-vos que é uma novela forte, com uma linguagem forte, com um texto muito especial marcado por personagens que não vão pedir desculpa pelo que dizem, pensam ou fazem. 

Aqui ficam algumas fotos da apresentação à imprensa deste novo projecto, no casino Lisboa 


Foto de Jorge Firmino




Foto de Jorge Firmino. Eu e a Sarah Lemonnier em selfie mode!:)
Eu e o João de Brito que será o Sérgio Sarabando na trama.





Foto de Jorge Firmino

Foto de António Bernardo



© Chez Lili

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